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Valter Bitencourt Júnior
Desde: 11/03/2014      Publicadas: 71      Atualização: 08/12/2016

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 Valter Bitencourt Júnior 1

  12/03/2014
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Falando um pouco da literatura brasileira, parte de meus estudos...

Aprendi a amar a literatura, gosto da literatura brasileira e a sua história, do quinhentismo ao contemporâneo.

Falando um pouco da literatura brasileira, parte de meus estudos...
Aprendi a amar a literatura, gosto da literatura brasileira e a sua história, do quinhentismo ao contemporâneo. Admiro a história da literatura brasileira assim como o surgimento e origem do povo brasileiro, apesar de todo o confronto que teve devido a escravização e a injustiça social que vivemos pelos colonizadores, que tinha por interesse de tornar o Brasil coroa parte da coroa de Portugal, da descoberta do povo brasileiro em 1500 para o surgimento dos povos brasileiros e suas formações em 1530.

Acho interessante quando se fala de literatura brasileira, e também da influência dos portugueses a nossa literatura, mas acabam abusando muito, unindo a literatura dos portugueses a literatura brasileira, tem livros que falam da literatura dos portugueses e da literatura do Brasil, os unindo do quinhentismos até o contemporâneo.

Umas das grandes literaturas produzidas no Brasil já eram feitas pelos índios, eles desenhavam, pintavam, modelavam barros os transformando em potes, pintavam a face, isso é literatura também, é essa beleza que se tem que ser contada na história de nossa literatura, e claro não deixando de também de contar a vinda dos portugueses, assim como a Carta de Pero Vaz de Caminha. A carta de pero Vaz não tem nem um valor literário, por ele ser escrito com o interesse de descrever o local, para descrever tudo o que se passava durante as navegações, dai dar para sentir as ambições humana, até na escrita, e o quanto os portugueses falharam, e bem que poderia produzirem uma grandiosa literatura, com as imagens que se encontravam no futuro Brasil, antes de se tornar Brasil , devido ao nome do pau-brasil, há quem conteste que o Brasil não se originou do pau-brasil, mas aí será outros quinhentos para explicar...

A literatura ela se desenvolve, ela não é fixa, ela ganha força, ela muda, ela se transforma, a literatura de hoje comparando como a de antes, tem que se perceber que vivemos e sofremos mudanças, e que para se ler a literatura passada, de épocas passadas, tem que se colocar naquela época. As palavras também se variaram foram ganhando mudanças, o que se era escrito com PH, como pharmacia, ninpha, afora não mais se escreve, se escreve como farmácia, ninfa, o que era escrito com dois "l", hoje em dia não é mais, estrellas = estrelas, pera significava para (preposição), palavras que hoje em dia era visto como palavrão já tiveram bons significados, como por exemplo prostituta, veio da etimologia podar, cortar, a palavra brega se originou a partir do nome de um padre, Manoel de Nóbrega, que por sua vez era o nome de um local brasileiro, que saiu o Manoel de no, e ficou o braga, e devido a prostituição que se localizava no local o nome brega ganhou o significado de prostíbulo, interessante prostituta = podar, cortar, mas deixa queto (senão estenderá o texto).


A literatura brasileira tem uma riqueza muito grande, o que falta é quem perceba, e descubra isso, essa grandiosidade que se encontra em nossa literatura, considerado o pai da poesia brasileira, temos o Gregório de Matos, baiano nasceu em no ano de 1633 se não me engano, conhecido como o "boca de inferno" devido as suas sátiras, mas o que poucas pessoas observam é a grandiosidade desse poeta, que foi foragido da Bahia para Angola, e de Angola impossibilitado de entrar na Bahia morreu em Recife, em mais ou menos em 1696, Gregório de matos Não escreveu somente poesias satíricas assim como também escreveu poemas de cunho religioso, filosófico, etc. Imagina como seria desafiar a política nessa época de colonia, onde para se publicar um livro teria que primeiro passar primeiro por Portugal, e ser analisado, muitos textos eram cortados, vinham faltando palavras, publicar livro no Brasil nunca foi fácil, até nos dias atuais, se encontra dificuldades, o poeta que conseguiu ver as suas obras publicadas e ainda escrevia os próprios poemas em outros idiomas, foi Manoel Botelho, poeta também do Barroco Brasileiro. No Brasil ou os escritores e poetas vinham de Portugal, ou eram brasileiros formados em Portugal, muitos se formavam e m médicos, advogados, jornalistas, era as "formações" que eles mais se empenhavam.

Lendo um livro sobre a literatura brasileira acredito muito mais de um Gregório de matos como o indianista, escrevendo poemas usando palavras indígena do que muitos poetas do Romantismo, mas essa é a minha visão, ele usava as palavras, taquara, urupês, dentre outras palavras, mais prefiro fazer de conta, de que ele não foi indianista também, pois essa origem se desempenhou a partir da terceira parte do Romantismo brasileiro se não me engano. O Brasil é um país mestiço que sofreu muitas aculturações, sofreu mudanças culturais com a influência tanto dos portugueses quanto dos africanos, e muitos dizem em localidades terem sofridos também com esse choque de cultura com os russos, com os espanhóis, etc. O meu amor a literatura é essa história que me faz delirar, e a cada momento aprender, e descobrir mais e mais. Hoje em dia cada poeta é visto com um traço, cada poesias é visto com um etilo, e cada estilo a se diferenciar.

A Bahia é o berço da poesia, é quem recebeu os portugueses e um dos primeiros locais a ser primeiro explorado, a literatura brasileira se inicia na Bahia queira ou não, depois indo para Minas Gerais, devido a Inconfidência mineira, mais isso, não quer dizer ter existido outros movimentos, sem ser voltado a Minas Gerais, claro, e mesmo que tenha muitas nunca se sabe se foi cortado, pelos historiadores, ao mando do estado, ou se foi nas queimas de arquivos. Cada época um estilo, uma forma, uma estrutura, o quinhentismo um estilo, o barroco outro estilo, o arcadismo, e assim sucessivamente, isso vai mostrando o quanto a literatura vai mudando com o tempo.

Muitos dizem, "eles (poetas e escritores) esconderam muitos o que se passava na época", mas será que eles esconderam por que queriam, ou por que eram obrigados a esconderem, ou devido ao medo de ser mandado para outro país, ou ser enforcado? Claro que tudo vai da época, e cada época uma luta, mudanças melhorias e não melhorias... O quinhentismo, o barroco, o arcadismo, são três eras coloniais, e ainda se encontrando preso a Portugal, buscando formas de se libertar. Do Romantismo para os dias atuais já estamos nos localizando na era nacional, "sofremos" duas eras em nossa literatura a era colonial e a era nacional. Amo a literatura porque ela sofre mudanças acompanhando até mesmo a sociedade, o surgimento da poesia engajada, que denuncia os acontecimentos da sociedade, a literatura como uma defesa social, levando para a sociedade a capacidade de desenvolvimento a partir da leitura, das palavras, com a revolução francesa, a abertura dos portos, em 1838, a vinda da Família Real fugindo de Napoleão, para o Rio, antes da abertura dos portos, em 1808. A literatura Brasileira me encanta, me apaixona, me faz delirar porque ela ensina.

A nossa sociedade necessitada de leitura, necessitada de aprender a descobrir, os filhos de pessoas abastardas que iam para França estudar, para "europas", voltavam para o Brasil cheio de esperanças, cheios de vontade de ver um Brasil diferente, um Brasil sem escravos, um Brasil independente, os livros, pessoas que passaram a ter acesso a leitura, pelos filhos de fazendeiros, passaram a descobrir o quanto valeria a liberdade, muitos marcavam reuniões em igrejas, em passeios públicos, os líderes, muitos foram mortos, como uma forma de desfazer, e fazer com que as pessoas tenham medo, e não siga em frente com o pensamento do líder.

Amo a literatura, porque ela sofre mudanças, e quando não sofre ela busca formas de mudar, e ir se diferenciando das anteriores... Poderia dar continuidade falando do Parnasianismo, Naturalismo, Realismo, Simbolismo, Modernismo, As gerações literárias, Poesia concreta poesia Marginal, poesia contemporânea que é a nossa poesia, e até quem sabe do Tropicalismo dos anos 70, mas continuarei estudando, me desenvolvendo, e aumentando os meus conhecimentos mais e mais.


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