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Valter Bitencourt Júnior
Desde: 11/03/2014      Publicadas: 71      Atualização: 08/12/2016

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 Resenha

  05/12/2016
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Travessia de Oásis: A Sensualidade na Poesia de Sosígenes Costa, por Florisvaldo Mattos

O Livro Travessia de Oásis: A Sensualidade na Poesia de Sosígenes Costa, por Florisvaldo Mattos trás beleza e encanto resgatada e redigita por mais que um admirador, um leitor, um amigo, é o que o Florisvaldo Mattos (Uruçuca-BA 1932) mostra em cada palavra que ele escreve sobre cada soneto de Sosígenes Costa (Belmonte-BA 1901 - Rio de Janeiro 1968), e sobre a primeira vez que ele tem visto o Sosígenes Costa. Na orelha do livro encontra-se palavras do James Amado, desenho de capa e contra-capa feito por Itamar espinheira, foto de capa feita por Gildo Lima, digitação e revisão de Vera Pessoa, normatização bibliográfica feita por Maisa Menezes de Andrade, projeto gráfico, tratamento de imagem, montagem de capa e editoração eletrônica, de Guido Guerra, pela Secretaria da Cultura e Turismo da Bahia, livro do ano de 2004, contém 163 páginas.

Travessia de Oásis: A Sensualidade na Poesia de Sosígenes Costa, por Florisvaldo Mattos
O Livro Travessia de Oásis: A Sensualidade na Poesia de Sosígenes Costa, por Florisvaldo Mattos trás beleza e encanto resgatada e redigita por mais que um admirador, um leitor, um amigo, é o que o Florisvaldo Mattos (Uruçuca-BA 1932) mostra em cada palavra que ele escreve sobre cada soneto de Sosígenes Costa (Belmonte-BA 1901 - Rio de Janeiro 1968), e sobre a primeira vez que ele tem visto o Sosígenes Costa. Na orelha do livro encontra-se palavras do James Amado, desenho de capa e contra-capa feito por Itamar espinheira, foto de capa feita por Gildo Lima, digitação e revisão de Vera Pessoa, normatização bibliográfica feita por Maisa Menezes de Andrade, projeto gráfico, tratamento de imagem, montagem de capa e editoração eletrônica, de Guido Guerra, pela Secretaria da Cultura e Turismo da Bahia, livro do ano de 2004, contém 163 páginas.

O livro encontra-se dividido em três partes:

O ensaio
A antologia de poemas de Sosígenes Costa
Conjunto de seis sonetos do autor do ensaio
Uma das poesias que trás-me um grande encanto já encontra-se, pode-se dizer de início do livro, a poesia "Dons de ser", logo embaixo tem as iniciais F.M, de Florisvaldo Mattos, na primeira estrofe ele escreve "com olho e tato / ouvido e olfato / senhor dos ermos / revisa o mundo / ou redescobre / o olor das cores / os tons do som / o mel azul / detrás do céu / luminescente. (...)" a beleza que se encontra nesta poesia é muito grande, dá para ver a imagem, dá para sentir o som, dá para degustar cada palavra, a imagem poética se encontra nessa poesia desde a primeira estrofe, fazendo uso da palavra "olor" "olor das cores", o autor faz uso de sinestesias "os tons do som", e na terceira estrofe final, ele escreve "converte o dia / em lábaro-jorro / de luz - sol da arte / cor no jirau / do conceito onde / regem gosto olho / toque aroma ouça / estouro a escrita / incende a página / branco ululante". poesia datada em 20/01/2003, olha que palavra bela, "ululante", quase que um "fluído", meio que uma dança, não sei se estou vendo demais "incende a página / branco ululante".

De fato não deve ser nada fácil escrever sobre uma pessoa que tanto admira, e que não se encontra mais entre "os leitores", escrever sobre alguém que muito admira devido ao que muito escreveu, e pelo o que é, e tem demonstrado ser, Florisvaldo Mattos, 6 sonetos que ele denomina "Sosigeníana", sonetos estes que foi publicado na revista da Academia de Letras da Bahia, n 45, página 199-204, e cada soneto sempre com dedicatórias, soneto Feniz, A James Amado; Homens no Cais do Jequitinhonha, A Hélio Pólvora; Papéis Amarelecidos, A José Paulo Paes, in memoriam; Paisagem de Água de Menino, A Ruy Espinheira Filho; Cromática, A Gerana Damulakis e Grapiúna I (Tarde de Agosto), A Sosígenes Costa, in memoriam.

No livro também encontra-se um texto de Hélio pólvora, titulado "Dois poetas". E Florisvaldo Mattos cumpre com o que tem dito, e o livro de fato esta dividido em três partes, e trás um prologo feito por ele, onde escreve um pouco sobre alguns dos sonetos que vai esta incluído na antologia de Sosígenes Costa, publicada neste mesmo livro.


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